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Título estranho? Parece, mas não é...e ambos os vocábulos até têm dois denominadores comuns. Se um era de pau e facilmente removível, já o outro é de betão e veio para ficar.... O 1º foi construído com o intuito de afrontar, já o 2º foi construído com o intuito de embolsar, embora também afronte. O primeiro denominador comum dos vocábulos refere-se à localização, ambos acontecem numa PRAIA. O Cavalo não afectou de modo algum o ambiente e a área paisagística, já o Mamarracho...; O Cavalo transportava meia dúzia de pessoas, já o Mamarracho, não transporta mas alberga umas centenas. O 1º é uma lenda, o 2º é uma realidade que não olhou a meios e a pessoas para transformar uma área ambiental numa zona para a classe elitista. Eu preferia a TRÓIA antiga, tanto a do Cavalo, como a da praia sem o Mamarracho.
Aviso: Por motivos de ordem técnica, mudámos o domínio do "Tudo Isto Existe" do SAPO para o Blogspot. Poderá visualizar os antigos posts em http://tudoistoexiste.blogs.sapo.pt até dia 19 de Outubro, data em que será desactivado. Obrigadinho.
Quarta-feira, 15 de Outubro de 2008
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33 comentário(s):
Ena pá...cara lavada? Tá bem melhor. Meus amigos, enquanto o Belmiro tiver poder neste país, até pode mandar esvaziar o Tejo e fazer um shopping lá dentro que o Governo autoriza. Convençam-se disso
Não sei se é só comigo, não consigo visualizar o texo. Relógio, título, rodapé, contador, tudo OK, agora texto népias.
Também eu gostava mais de Tróia tal como ela era antes. Passei lá por duas ou 3 vezes, durante algumas estadias de visita a Setúbal, a cidade onde a minha esposa cresceu, e onde regressa para matar saudades.
São muitas histórias que ela me conta de Setúbal, a cidade do Bocage, da Luísa Todi e de muitos encantos mais. É, também, a cidade que alberga alguns dos maiores e mais preocupantes mamarrachos (n.a.: para não fugir muito ao tema do post ;), necessários sem dúvida, mas bastante questionáveis quanto à sua localização (não é à sua, «sua», é à sua, «deles»... irra, isto hoje não está nada bom...).
Bom, esses elementos são, para já e que me lembre, dois: a cimenteira solidamente instalada no sopé da serra da arrábida, que como todos sabemos é toda ela uma zona protegida (não sei por quem...); a Setenave, mesmo sabendo que neste caso a localização pudesse ser muito diferente, pois se são estaleiros navais o mais esperado é que tenham sido construídos numa zona de acesso naval, ou marítimo, mas... tinha que ser logo num estuário como o do Sado?! Também ele uma reserva natural... teoricamente protegida.
Agora os mamarrachos do post:
Então não foi aqui (estamos em Tróia), que há tempos o Eng. Que-fuma-nos-aviões-fretados foi filmado a encher os pneus da sua bicicleta com uma bomba de ar antiga, quando nesse preciso momento se dá a detonação das antigas torres da Torralta? Corrijam-me se estiver enganado, mas parece-me que foi.
Por isso apetece-me perguntar-lhe assim: «Ó tu, que fumas: os não sei quantos quilos de TNT cujo rastilho foi, que não foi, ateado por ti numa transmissão não sei se simbólica pela positiva se pela negativa... é essa a noção que tu tens de antivírus? Ou melhor, refazendo a pergunta: que mal é que Tróia te fez para rebentar com o que lá estava, e que fazia parte da vista dos turistas e demais comedores do choco frito de Setúbal? Hein?»
Enfim, não quero estar a alongar em demasia estas dúvidas, porque tenho quase, só quase, a certeza que o tal fumador nunca me vai responder;
Ainda assim, só para terminar, gostaria que soubessem que, quando a antiga barraca de bilhetes do José Maria dos Santos foi demolida, para dar lugar ao edifícios dos Pascoais onde hoje podemos comprar sapatos e mercearia, aí não houve filmagem. Se calhar, nessa altura toda a gente tinha os pneus das bicicletas cheios de ar, ou então é porque antes de ser fumador-em-aviões, o Sr. Inaugurador (ou Sr. Rebentador de tudo, como também não lhe ficava mal, a ele como a outros) era um simples colaborador do Ambiente...
Ai este país... que está o «betão» armado neste país...
Sr. Gigolo de Oliveira, isso é um cavalo de tróia que anda para aí a trote pelo seu computador.
Parabéns pela nova cara do blog.
Em sentido metafórico, neste país das caldeiradas, o território tem servido nas últimas décadas para opípara refeição de predadores de dentuça afiada, que devoram cada palminho de terra como se fosse uma iguaria de estalo. O repasto foi transformando a nossa paisagem num escabroso amontoado de caixotes, mamarrachos, shopping`s, condomínios com piscina e rotundas. Uma salgalhada cacofónica que foi crescendo desordenadamente perante a complacência, ou melhor, o jeitinho camarada dos autarcas do nosso país.
Quando o ganha-pão de uma autarquia é o tijolo, está o caldo entornado – junta-se a fome e a vontade de comer. A pressão urbanística e o “desenvolvimento” do nosso país foi sustentando a indústria do betão que constitui o mais poderoso e sinistro lobie cá do burgo. Muitos dos autarcas do nosso país, quando passarem à posteridade estatuária, nas suas praças do município, deviam ser representados operando uma betoneira, em sentido figurado, claro.
É escusado negar, pois é com esta diversidade de problemas que nos deparamos, não esquecendo que somos um país de gente mal-formada tecnicamente, que acha que já sabe tudo e nada tem a aprender.
Para ordenar o nosso território e criar um urbanismo orientado para o bem-estar das populações seria preciso dinamitar boa parte dos insultos arquitectónicos que foram sendo cometidos ao longo das décadas.
À medida que o preço do petróleo mergulha o mundo industrial na mais longa e sombria crise da sua curta e sombria história, o tema dos desperdícios vem ao de cimo. Não hesitamos em classificar aqui de histórico este acontecimento, esta súbita atenção ao aproveitamento dos desperdícios. Com efeito, no aproveitamento integral do que se deita fora, numa sociedade que já foi chamada sociedade do lixo, está ou pode vir a estar a outra face da tão falada crise da energia e do ambiente.
"Os restos de comida produzidos pelas famílias portuguesas vão passar a ser recolhidos. Após o tratamento, o lixo dará adubo para a floresta e agricultura. A recolha dos resíduos alimentares poderá vir a ser feita porta a porta, como defende a Quercus..." in (Público).
Hum... Estou a começar a visualizar a coisa e... Que bela imagem! Em vez de se enaltecerem as virtudes da caixinha plástica nos célebres cházinhos, antevejo agora sim, uma manobra publicitária de proporções bíblicas. Qual épica batalha do mundo antigo teremos logo a seguir à hora de jantar o país varrido de porta em porta, de lés a lés, por um exército de funcionários públicos com um tupperware na mãos...
E logo atrás desse exército surgem as pressurosas brigadas especiais de fiscalização para aquilatar do grau de higiene das caixinhas.
Ainda se vai ter de inventar o frigorífico de trazer às costas (quiçá de ficha ligada ao fundo das mesmas) para evitar que se deteriorem os produtos recolhidos.
Forum notícias...faz-me lembrar aquela tentativa de cobrarem o lixo ao kilo. Sinceramente já tinha tudo planeado para alarmar o meu caixote e ir depositar o meu ao da vizinha. Por vezes surgem assim umas idéias típicas de casa de banho que só dão para rir. Essa, a ser verdade...é apenas mais uma delas.
Nova cara e não só, já alguns bons comments.
Ao Sr. Darwin, é verdade o que diz, muito verdade. Olhe, nem de propósito, eu tenho um terreno que está prestes a ser retalhado e engolido por esses mesmo predadores...
E o pior é que não vejo nem o resultado dessa digestão... apenas umas poucas migalhas que caiem durante a deglutição.
Que pontaria! Fui o visitante nº 69!
Ou seja, sintetizando, o primeiro foi feito para invadir e o segundo foi vítima de uma invasão; outro demoninador comum, é que em ambos os casos não se sabe muito bem o que está por dentro...
Cumps.
Voltando ao tema e agora mais a sério, (se é que não foi sério o que eu comentei com alguma ironia). Os Concelhos tem de crescer, (e aparecer, digo eu) todo o progresso traz custos, não se pode parar o tempo e o tempo é isto mesmo. Calados e tristes, reduzimo-nos à insignificância cidadã e lá ficamos, esperando o próximo mamarracho, na próxima esquina, no próximo jardim, no próximo mandato, no último loteamento. Se é verdade que relativamente à estética ainda se pode argumentar com o elemento subjectivo, já quanto à volumetria desproporcional não vejo desculpa para esta apropriação descarada, onde os atentados paisagísticos o caos e a desorganização administrativa, o descontrole e a derrapagem financeira, entre outras anormalidades, não podem continuar impunemente andar de braço dado com a arrogância saloia.
Ao longo dos tempos tenho verificado que é muito difícil, quase impossível, o debate destes problemas, propostas, projectos, soluções, sem que, invariavelmente, essa discussão seja arrastada para uma lógica de discussão partidária.
Essas atitudes comprometem a nossa postura de cidadãos e os nossos direitos de cidadania, na defesa do uso sustentável dos nossos solos.
Notícia de última hora - se não for última hora, é penúltima; e se não for penúltima, é antepenúltima: Ainda bem que mudamos o nosso blog para blogspot, é que o Sapo foi apanhado sob o efeito de drogas.
Reparem no malandro, claramente sob o efeito de uma droga que causa sonolência e olheiras - possivelmente cannabis.
Para além das olheiras e ar de zombie, o movimento de olhos do Sapo é claramente mais lento. E o coaxar… parece que lhe diminuíram a velocidade para metade.
Repararam que, por cima da prova do crime, diz “Fazer olhinhos”?! Mas aquilo não é de fazer olhinhos, é de fazer essas, de partir nelas.
E aquele sorriso de orelha a orelha (ou até onde deviam estar as orelhas) ainda deixa menos margem para dúvidas: o sapo está sob o efeito de drogas.
Ele podia era ser um fixe e dizer quem é o dealer dele, só naquela de matar a curiosidade às pessoas, mais nada!!!
Sr. Escorpião,
Por acaso o meu anti-virus, que acabei de desinstalar porque me consumia 1-2 horas por dia até me deixar trabalhar c/alguma qualidade, já me aniquilou uma série de "torjan horse's". Também, valha a verdade, era o único que apanhava.
Forum notícias...O SAPO ficou assim desde que começou a operar nos Magalhães, vá-se lá saber porquê.
Passei de visita por recomendação de um bom Amigo.
Passeei um pouco por aqui e não fiquei mais de passeio porque ainda há poucas ruelas por onde me perder.
Quanto a Tróia, penso que há sempre a possibilidade de se ver as coisas de outro prisma, senão vejamos:
Quantos locais no mundo, com o mesmo potencial de Tróia, estão a ser bem explorados? Inúmeros. E, surpresa (!), a maioria está baseada no mesmo modelo que se está a aplicar em Tróia.
Poesias e/ou heresias à parte, penso que a Tróia moderna poderá muito bem conviver com a Tróia Romana.
Estou seguro que quem de direito saberá aproveitar a grande capacidade de hoteleira e reabilitar as antigas ruínas Romanas, e encontrar uma nova atracção turística com capacidade de atrair turistas (leia-se receitas), dinamizar a Costa Alentejana (leia-se emprego) e quiçá criar uma estação arqueológica de referência (leia-se emprego especializado).
Enfim, penso que Tróia e o Litoral Alentejano que tem sido muito mal tratados pelos umbiguistas do nosso Portugal, que não vêm para além das muralhas, que tal como na antiga Tróia (a tal do Cavalo), isolam um povo do mundo.
Agora o que realmente me entusiasmava, mas mesmo verdadeiramente, era que os impostos baixassem e as taxas de juro estabilizassem em baixa.
Oxalá !
Sr(a). Gigolo de Oliveira e Sr(a) Escorpião, desculpem-me a intromissão, mas... parece-me a mim que este antivirus de que falam ainda é dos poucos que vai aniquilando alguma coisa de ruim (eh pá, não sei porque mas esta palavra soa um bocado esquisito).
Sim, porque dos outros cavalos de tróia não há notícia de qualquer nova versão, nem nova nem velha aliás.
O único antivírus, que é tão fraco tão fraco que não aniquila nada disso, vão sendo os blogs e a opinião pública... bom, ao menos contentamo-nos em dizer o que nos vai na alma e demarcamo-nos de esquemas «troianos», porque de resto...
Tal como o Sr. Ulisses, também eu gostava que os impostos e as taxas de juro baixassem, seria um bom passo para manter a carteira um pouco mais composta para perto do final do mês, «cronológicamente falando». Até podia ser uma boa medida para atrair mais clientes...
Há, não sei se sabem, algumas alterações nos impostos das cadeirinhas para automóvel, não é que o imposto tenha descido, porque nãod esceu, mas é um artigo que vai passar de tributação 20% a 5%. Eu acho muito bem, só peca por tardia, como aliás outras medidas. Afinal, se o seu uso é obrigatório (é) e se é fundamental (é), e ainda se visa assegurar a segurança das crianças (visa, e passe-se a redundância), porquê só agora?
Ai ai... quanto dinheiro o Estado não extorquiu aos cidadãos, ILEGAMENTE DIGO EU, com o IVA destas cadeiras a 20 e 21%...
Finalmente, uma referência sobre o comment do Sr. Darwin:
Concordo com tudo o que diz, sem por nada em questão, no entanto, e se mo permite: volumetria desproporcional, caos administrativo e paisagístico são, entre outros, os efeitos colaterais que resultam da fragilidade de carácter do ser humano. Diz-se, há muito, que os bons gestores não estão na função pública. Eu discordo disso, para mim estão; simplemente o Privado lida com muito mais capital e por isso mesmo tem mais poder. Têm poder, inclusivamente, sobre os nobres e ilustres senhores que gerem o Estado, porque estes, sendo bons gestores, são também «bons» seres corrompíveis. E gerem de tal maneira que raramente, muito raramente, se esquecem da cauda do gato...
E do Fórum «notícias»:
Então é por isso que o Sapo «ADSL»...
Anda Demorado Se Ligarmos...
Ok, tá explicado...
Desculpem-me pelo lapso;
Esqueci-me de mandar daqui um abraço ao Queiroz pelo excelente ponto conseguido ontem.
Jogando como jogaram, aquilo soube a vitória.
Sr. Gigolo de Oliveira, o seu comentário faz-me lembrar as tácticas da selecçao, então o antivirus aniquilou-lhe uma série de tRojan horses e você desinstala-o, homem? “Em equipa que ganha não se mexe” – nunca leu isto em lado nenhum? Ainda por cima a trabalhar entre 1-2 horas por dia! Olhe que há muitos professores que não trabalham tanto, fique sabendo.
Mas... engraçado, agora é que reparei no seu nome e fiquei curioso:
O «Oliveira», vem de onde?
Sr. AL-AL...Alkaçelçer (desculpe tratá-lo assim, mas dessa família é o único nome que sei pronunciar, não leve a mal), você está bem no seu comentário, mas a mim soa-me um bocado ao João Pinto das Calinadas. aquele que o coração só com uma cor, sabe? É que você deixa-me meio baralhado meio ofuscado com a certeza de que o «unico» anti-virus, aquele que é tão fraco, afinal são dois.
Entre risos, agradeço e aprecio essa notícia sobre as cadeiras de bébé passarem a taxa reduzida. Agora que o meu filho está quase a livrar à tropa, vamos ponderar sobre um outro filho para dar uso a essa benesse...
Sr. Escorpião...então não se vê logo que esse Oliveira vem do azeite? Às tantas até é funcionário na Maçarico. Só não consigo é fazer a ligação com os cavalos e os Mamarrachos. Olhe...estou pior que o SAPO já!
Parabéns pelo espaço, denunciar, lançar ideias, criar, deveria ser a norma de cada um.
Desculpem lá, só acho o "pano de fundo" um bocadinho afeminado, mas gostos são gostos.
Quanto ao post, não serve de história para adormecer os nossos filhos,pois este é o quadro vivo e a cores dos interesses capitalistas. A sociedade do betão (deviamos fazer como alguns portugueses no Brasil e cimentar neste caso não as amizades mas sim toda a classe política.)Lembram-se dos famosos "acimentados". Pois...se eu pudesse.
Aguardo o próximo post, seria de todo interessante os comentadores ficarem pelo comentário ao postado, mas é a minha simples opinião e vale o k vale.
parabéns continuem
Um conjunto de benfiquistas decidiu fazer uma manifestação contra os erros dos árbitros que muito têm prejudicado o clube da Luz.
Esta manifestação não foi causada pelos últimos acontecimentos desportivos, mas devido a um jogo transmitido ontem na RTP Memória, entre o Benfica e o Milan.
O Fórum “notícias” sempre em cima do acontecimento, sem levar com o acontecimento em cima, ouviu o avô do Barbas, mais conhecido por “Xico Campo Grande”:
- Em primeiro lugar, nós somos todos adeptos ferrenhos do Benfica, mas não andamos para aí a assaltar estações de serviço. Nada de confusões pá, somos da velha guarda!
Sobre o jogo nem me diga nada. O futebol é uma mentira! Então o Benfica está a ganhar, o Trapattoni abre o peito do pé ao Coluna e nem falta foi? O sacana do árbitro Bogdan Dotchev devia ser irradiado do futebol. Tem que se acabar com isto. É uma vergonha!
Ah, só mais uma coisa…este Bela Gutman não é treinador para o Benfica. Volta Otto Glória que estás perdoado!!!
Dou as boas-vindas ao amigo Ulisses de Moraes, e a/o Slatkavoda.
Vieram enriquecer o fórum e espero que fiquem por cá, pois é uma mais-valia para todos e um privilégio poder debater com vocês, assim como com todos.
Slatkavoda, obrigado pelas palavras e sugestões; o espaço pode ser parabenizado, sim, na medida em que somos nós, como um todo, que definimos a sua qualidade e fundamento.
E esse fundamento é, pelo menos desde que se iniciou esta ainda curta experiência de fórum, regido por apenas por duas regras básicas: educação e respeito.
A única coisa que não existe - isto é para todos -, e que podemos encarar de uma forma mais fria como a excepção que confirma a regra, é a moderação técnica de comentários.
De resto, tudo é válido. Corremos, claramente, o risco de ver o assunto dos comments desviarem-se do do post, mas é um risco que estamos dispostos a suportar... não nos devemos esquecer que umas coisas levam a outras. Claro que o assunto do post deve sempre ser levado em conta.
Pretende-se debater o sério, seja comentando sério seja mais na reinação, mas sobretudo pretende-se, com este espaço, confraternizar e dizer o que nos vai na alma.
Mais uma vez grato pela tua participação, gostava de te ter por cá sempre que possas, todos aprendemos algo com a tua eloquência.
Entretanto, e se não te importares, vou colocar aqui um link para o teu blog, sobre o qual aproveito para te dar os parabéns.
Oi
Quero agradecer a você pela visita.
Cavalo eu sei o que é, mamarracho sei não, que disso eu não entendo.
Um beijo gostoso e um xamego bom.
Funcionário na Maçarico não sou, mas gostava.
Trata-se de uma grande casa que a todos devia honrar.
Num período tão conturbado como o que vivemos é bom haver casos de sucesso, como manifestamente é este.
Zeus e demais,
Epá não insistam do outro lado, vocês já viram que não vale a pena.
Quando as coisas chegam a este nível sinceramente o melhor é largar de vez. Aquilo já é uma conversa de surdos.
Desculpem este desabafo aqui mas falo para quem me entende.
Gigolo aqui não, tá?
Se quer responder ao Zeus ou aos demais que não refere faça-o no local onde isso o(a) incomoda, e não aqui.
Peço desculpa aos restantes.
Como já perceberam, há aqui pessoas que não têm qualquer ligação com a Gânia, nem tão pouco a conhecem, e por isso é descabido estar a incomodá-las, e a nós, com assuntos acessórios. Exijo respeito.
Tá?
Claro que não quero transpor para aqui esse debate.
Dadas as circunstâncias parecia-me propositado.
Honestamente não me parece que estivesse a desrespeitar ninguém, pretendia tão somente contribuir para não eternizar o ping-pong, já que dados os antecedentes já sabia que resposta levaria. Por esta é que não esperava.
Respeito dado e link apagado dos favoritos.
Saudações, Sr. Gigolo!
" A única coisa que não existe - isto é para todos -, e que podemos encarar de uma forma mais fria como a excepção que confirma a regra, é a moderação técnica de comentários.
De resto, tudo é válido. Corremos, claramente, o risco de ver o assunto dos comments desviarem-se do do post, mas é um risco que estamos dispostos a suportar... não nos devemos esquecer que umas coisas levam a outras. Claro que o assunto do post deve sempre ser levado em conta.
Pretende-se debater o sério, seja comentando sério seja mais na reinação, mas sobretudo pretende-se, com este espaço, confraternizar e dizer o que nos vai na alma."
De volta da urbe para mais um fim-de-semana
Perdoem-me a penetração, isto é culpa da minha ‘mai nova, que agora deu em usar fraldas todos os dias e está a dar comigo em maluco, mesmo a sério. E preciso de desabafar em algum lado. Perdoem-me por fazê-lo aqui.
Cá o Zé não conhece nada além-sado, quer dizer talvez conheça um prefixo e uns quantos adjectivos e substantivos mas nada que tenha que ver com a geografia de Portugal. Há o sado-masoquismo e há também o calsado, o enfeitissado, o apressado, o stressado, e... enfim, há muitos outros adj/subs terminados em ão.
O último mamarracho que vi tinha mais de 3x3x20 metros, parece pouco mas para um TIR até é bastante razoável, dizem. Só estou a falar nisto porque na traseira do porta-bagagens do camião estava um letreiro a dizer “Veículo conduzido por um profissional”, e por baixo estava uma mensagem qualquer e um número de telefone.
Ainda tentei decifrar a mensagem, mas ou as letras eram pequenas demais ou o concessionário da AIXAM em cacia, por força do hábito, me vendeu uma furgoneta para reformados, com 28,5 dioptrias no parabrisas. Mas é uma furgoneta do caraças, anda que nem imaginava.
Também pode ter sido da irregularidade da estrada em que circulávamos, visto que a vibração provocada por um remendo no alcatrão causa pequenos sismos em toda a estrutura do camião, o que pode ter originado um cambalear de letras que torna impossível ou mesmo muito difícil a sua leitura.
Ainda pensei fazer uma video-chamada para o número que estava por baixo, a ver se eles conseguiam ler alguma coisa, mas entretanto o camião começou a travar a fundo e, às oscilações horizontais, juntaram-se oscilações verticais que tornaram impossível de perceber se o número era 91, 93 ou 96... e eu não estou para gastar dinheiro por causa de uma coisa destas. Se fosse 93 ainda ligava, mas e se não fosse?
Para além disso, naquele momento não podia telefonar proque estava a conduzir, e em apuros para ver se conseguia travar antes de esmurrar com a minha AIXAM de tecnologia alemã; os travões não devem andar bons, se calhar o concessionário enganou-me outra vez... eles disseram que tinha travão às 4 rodas, com disco ventilado, mas não sei se o disco é mesmo ventilado ou se foi ficou mesmo a apanhar ar em cacia, é que custa a travar, pá! Talvez tenha alguma influência as 3 toneladas de pêssegos muito madurinhos que estava a transportar, para vender daqui a 15 dias na feira de portomar, mas mesmo assim... não sei.
Bom, «veículo conduzido por um profissional», e tem uma coisa qualquer escrita, e um número de telefone... o que poderá ser isto? Tenho dúvidas, mas agora é tarde, não anotei o número e não sei qual é a profissão do ou da condutora daquele camião.
Agora vou ficar sem poder devolver a faixa elástica que trazia pendurada no porta-bagagens do camião, e que me vi enrascado para desenrolar da roda esquerda da minha furgoneta.
Se souberem alguma coisa sobre este camião avisem sim?
Cumprimentos a todos.
tudo isto existe....tudo isto é fado.... a vida!!!!
fico lisonjeada e em nada me importo que linkes para o meu blog, espero que seja do contentamento de todos. São experiencias vividas, sentidas, observadas, avaliadas, histórias contadas de quem navega neste mar que é a vida.
bjs
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