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Um bocado farto com tanta publicidade do Freepór, de alegados envolvimentos e desenvolvimentos de inconvenientes documentos e relatórios e pareceres abonatórios de uns que sabem vender e ‘desabonatórios’ de outros que não sabem falar, de filhos dos tios, e irmãs dos tios, e dos próprios tios, e dos peixes nos rios, e das gaivotas sustentas no ar … que ninguém parece notar!
Técnicos ambientalistas que são despedidos, sabe-se lá porquê, processos judiciais que são transitados, de local em local, de mão em mão, de gaveta em gaveta, ao longo de meses, anos!, e, quando finalmente são expostos, pede-se… celeridade?!?! Celeridade peço eu, e a minha família, e as pessoas com quem normalmente contacto, sejam particulares sejam representantes, para que quanto mais depressa os governantes fizeram a merda toda que têm para fazer, mais depressa iniciaremos o caminho de regresso à superfície.
Um caso de corrupção, com alegados: favorecimentos, tráfico de influências, «luvas» pagas, emails comprometedores, estudos e alterações em Zonas de protecção Especial aprovados em tempo record – esta é outra, enquanto o E.I.Ambiental não foi favorável não se descansou!!, como se os dois anteriores, desfavoráveis, não tivessem existido; acaso a biodiversidade do local mudou, natural e radicalmente em poucas semanas?! -, histórias de declarações IRS’s cómicas a roçar o insultuoso, compras de imóveis a sociedades sediadas em Offshores por quantias ainda mais insultuosas, procuradores adjuntos descredibilizados por dúbias ligações com os não-suspeitos… tudo isto é demais!
É demais porque, misturando esta porcaria toda temos, simplesmente, NADA! Apenas porque, não há suspeitos, apenas suspeições. Suspeito haveria já um se fosse eu o tal «Pinocchio»…
Eu sou uma entidade privada, tal como o BPP o é, e não é por isso que vou exigir ao Estado que venha agora avalizar injecções financeiras ou, pior, injectar fundos próprios, para manter ou aumentar os meus níveis de liquidez. O BPP, se tiver que cair, que caia, aquilo não é um banco dito de retalho, como o caso do BPN, mas sim um banco gestor de fortunas privadas. O Estado que se concentre no seu papel primário, que é o de defender e zelar pelos interesses das populações e instituições de interesse público, e deixe de armar aos jogos de advogados de accionistas e clientes de organizações potencialmente coniventes com todo o tipo de estratagemas cuja acção, senão primeira uma das principais, é a de fugir às responsabilidades fiscais que tem com esse mesmo Estado.
Que diligencie, sim, de forma a investigar quais as reais causas e implicações dos escândalos BPN e BPP (Offshores?!), como forma de combate à fraude fiscal, branqueamento de capitais e outros crimes financeiros em voga.
Que se concentre, através das polícias, Asae’s, ACT’s, Procuradoria, etc, no acompanhamento, monitorização e mesmo investigação das circunstâncias que levam tantas e tantas empresas a usar a crise como alavanca para despedimentos injustificáveis, pessoais ou em massa, ou ainda para decretar insolvência financeira, mas que se tenha a ombridade de conferir a essas autoridades a autonomia, necessária e fulcral, para que a Justiça funcione. Sabemos que muitas dessas empresas têm obrigações para com o Estado Português, e muitas delas estão a utilizar o actual cenário económico para fazer aquilo que já há algum tempo querem fazer – dar de frosques para economias com mão-de-obra mais barata, e onde podem negociar a implantação com os governos locais, tirando partido disso -, simplesmente as tais obrigações as têm impedido disso mesmo. Concentrem-se aí, investiguem, certamente nem todos os casos serão tão transparentes como parece, já que é sabido, os dinheiros acumulados nas empresas e bancos em offshores precisam de meios de branqueamento.
É assim que estou um bocado, mas só um bocadito, farto desta séria palhaçada.
Pudera, como é que não haveria de ficar farto?
A lei anti-corrupção… uma miragem, inconcebível que em quase 35 anos de Democracia não tenha havido uma única força política no poder que se dignasse a criar legislação justa e transparente nesta área, na realidade, nem sequer foi discutida, em tempo algum da nossa existência enquanto país. Isto chegou ao ponto de uma personagem com assento parlamentar na actual Legislatura vir dizer, na comunicação social, que este assunto é incómodo para o seu partido, isto é, não bastava não existir, mas uma simples referência ao assunto e este torna-se motivo de assombro. Pois claro, lei anti-corrupção?, não pode ser! Meus amigos, «quem tem cú tem medo»!
Bom, o ditado é popular, e sábio, como tantos outros, no entanto não é ditado que me meta medo.
Medo tenho, sim, de não saber o que nos reserva o futuro, perante tantas situações de descarado atropelo, e o medo é fundado precisamente por não saber desse futuro, pois sabendo-o, saberia também, e imediatamente, o que estariamos a enfrentar. Este, sim, é um «inimigo oculto», não uma força, e não se encontra sequer dissimulado, é real, mesmo.
Temo, por isso, pelo futuro dos meus filhos, e dos filhos dos outros de uma forma geral, pois não tenho dúvidas de que serão eles as principais vítimas desta falsa democracia, e a ninguém se exigirá a liquidação desta «factura» senão a eles.
É pena, pois é deles o futuro, seria bom que vivessem as suas aptidões e ambições num mundo sustentado, coeso, íntegro, digno, e sobretudo justo. Tenho dúvidas, e receio que isso se revele difícil para eles, no entanto tenho esperança que o consigam.
Farto disto tudo, o que eu quero saber é: para quando o novo filme do Faísca Mcqueen?
João José Tomásio ;)
Domingo, 8 de Fevereiro de 2009
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8 comentário(s):
Um outro exemplo, que em nada abona a favor da transparência da Democracia, são as alterações produzidas no Regime Jurídico das Empreitadas de Obras Públicas; O DL 18/2008 de 29 Janeiro, que revoga, entre outros, o 59/99, vem legalizar a possibilidade de se fazerem adjudicações públicas até 1.000.000 € sem qualquer concurso público, isto é, por ajuste directo, para a grande maioria dos adjudicantes/organismos públicos.
Ora, como exemplo, mesmo que admitamos todos os Srs. Presidentes de Câmara como sendo pessoas honestas, de bem, e insuspeitas, esta medida em nada favorece a Democracia, uma vez que está a incentivar, claramente, o compadrio e a falta de transparência. Muitos Presidentes de Câmara há que, sendo honestos e regendo-se por bons princípios, não serão de ferro, isto é, imunes à tentação de «uma vez por outra» fazer passar o elefante por debaixo da porta. Não sejamos ingénuos, sabemos bem que o compadrio existe.
Com esta revogação torna-se claro, para além de uma regra aparentemente inócua e desprovida de outro cariz que não o de acelerar processos tidos como burocráticos, pretende o nosso Primeiro-Ministro, o seguinte:
a) Inicializar a prática de um regime regionalizado, conferindo às autarquias maior autonomia;
b) «legalizar» desta forma, pela criação de novos e potenciais nichos de especulação, descentralizando assim o sempre criativo processo de fabricação de motivos de entretenimento da opinião pública.
Desta feita, e em resultado deste decreto-lei 18/2008, passaremos a ver, com menos frequência, relatos do género daqueles que deram conta de um Primeiro-ministro a fumar no interior de um avião, ou de casos como a especulação sobre a licenciatura de um membro do governo, ou ainda de referendos sobre o aborto, a regionalização ou os casamentos gays, pois na realidade, esse tipo de manobras evasivas tornar-se-ão desnecessárias para este ou qualquer outro governo a seguir a este. A partir de agora o povo vai distrair-se mais a falar dos assuntos relativos às obras nas suas autarquias, e isso vai ser mais enfadonho e perigoso que os «programas de entretenimento» anteriores, pois apesar de tudo haverá menos anonimato e à-vontade para deixar fluir cada assunto como acontecia antes. É pena, porque apesar de tudo contribuía-se, antes, para uma certa ‘desformalização’ da pouca vergonha, aumentando até, de certa forma, o índice de boa-disposição.
Considero, aparte de qualquer perspectiva mais trocista, que este é um assunto grave, pois se já o era o simples facto de vários governos utilizarem esta estratégia para «desocupar» a incidência do público sobre outras medidas, de carácter inquestionavelmente mais sério, contudo bem menos «aconselháveis» em termos eleitoralistas, este decreto é-o em maior escala, pois transpõe tal estratégia para a esfera legal e de maior abrangência. Sem dúvida que se vão acumular as dúvidas sobre inúmeros negócios por esse país fora.
E quanto às recentes afirmações sobre as offshores da Madeira? O que dizer?
O homem até tem a sua razão, de que adianta tomar medidas para acabar com a pouca-vergonha que é o paraíso fiscal da Madeira?, sobretudo se essa iniciativa for unilateral e exclusiva do Governo Português, à parte de outros governos. Claro, de nada adianta.
É como o pecaminoso mundo da droga, em que sabemos, não adianta de nada uma investigação policial que culmine na detenção de uns quantos bandidos e traficantes, desmantelamento de uma rede de tráfico, e apreensão de estúpidas quantidades de produto, sobretudo porque, tal como na opinião de Sócrates, outras redes continuarão a proliferar.
Isto, meus senhores, é algo que ultrapassa toda e qualquer compreensão séria. O homem até tem a sua razão, dizia atrás, o que não está completamente errado, pois é dele (sua) essa razão, não a minha, ou de outros que, tal como eu, consideram todo e qualquer acto que se faça em prol do Bem, por mínimo que se revelem os seus resultados, um acto benéfico. Não parece, contudo, ser esse o desiderato deste Primeiro Ministro.
Aliás, não parece, não é, e nem podia ser, ou as tais medidas (de combate às Offshores) tornar-se-iam na primeira que um Governo Português levaria a cabo sem primeiro consultar e/ou copiar exemplos de outros países, o que naturalmente vai contra a nossa tradição.
Bom... este título está divinal.
Mas este tipo de outlet de letras como lhe chamas e muito bem descreves, caracteriza os "filhos da nação" pelo qual somos governados. Os interesses instalados à volta dos intocáveis, e por muito que tentes sobes 2 ou 3patamares, mas depois... dali ninguém passa. Os casos são tantos, e ainda os que estão para saltar a público, fica o teu desabafo que é o de todos nós. Perante um post destes deixas-me poucas alternativas ao comentário, pela forma como o descreves.
Parabéns
João
Bjs
Concordo em absoluto com este emaranhar de situações que caracteriza a sociedade portuguesa. No entanto faltam ainda muitas do passado, que temos alguma tendência em esquecer, e que a justiça ainda não resolveu.
Hoje quero apenas falar do caso Freeport, porque conheço muito bem a zona, porque sei bem o que existia lá antes deste empreendimento.
Freeport foi licenciado ilegalmente? - FALSO
O licenciamento do Freeport cumpriu todos os requisitos legais e ambientais? - SIM
A viabilização do empreendimento deu-se, única e exclusivamente, porque finalmente os promotores cumpriram os requisitos ambientais que lhe foram fixados.
Por isso é que durante SETE anos decorridos, aquele empreendimento nunca viu a sua legalidade questionada nos tribunais.
Todas as queixas da Quercus apresentadas na Comissão Europeia, foram arquivadas, e o seu "líder" nem sabia disso (bastava ir à internet).
Gosto pouco de José Sócrates, mas ainda gosto menos que me tomem por parvo! Porque não é justo para ninguém que estas situações apareçam de forma sincopada, adormeçam e voltem a aparecer.
Se A ou B é sério ou não sério, não sei. O que sei é que a seriedade anda muito longe de certos jornais e jornalistas.
Depois de ver na "SIC" a entrevista de Mário Crespo com o Ministro da Presidência, aquilo que me apetece dizer é "basta de manipulação". A cada pergunta do jornalista o ministro respondeu com precisão e correcção, desmontando todas as atoardas e manipulações de documentos e factos. O jornalista que estava ali não para ouvir as informações que fossem prestadas, mas para se armar em "Chico esperto" e com pretensões apenas de baralhar, foi totalmente arrasado e até descredibilizado. Ao ponto de chegar a dizer ao ministro que ele estava bem preparado. Bem preparado para quê? Quando a verdade é óbvia não precisa de preparação.
O jornalista, quando já não tinha perguntas e via que a sua pretensão se gorara, desatou numa lengalenga de perguntas, questões, insinuações sem parar nem permitir qualquer resposta do ministro, ao ponto de este lhe dizer para levantar o braço quando terminasse a pergunta. Com jornalistas destes a verdade vem sempre ao de cima.
Deixo ainda uma pergunta:
Quanto custou a fuga de informação a Fernanda Cabrita (Sol) ao Expresso e à SIC?
Olá amigos, estamos de volta.
Já faz algum tempo que não dizemos nada, mas não quer dizer que estejamos parados.
Então cá vão as notícias:
Falando de regressos, Santana Lopes regressa à actividade política. O recém-nomeado candidato do PSD à Câmara de Lisboa, tem-se mostrado honrado com a escolha de uma direcção com quem teve relações conturbadas no passado e apresentou já algumas das ideias brilhantes que foram a sua imagem de marca na anterior passagem pela autarquia da capital (como a revitalização do Parque Mayer ou a transferência da Feira Popular para nova localização, acções que serão concluídas no próximo ano), garantindo ainda ser um homem novo. “Este Santana Lopes em versão 2.1 que perante vós se apresenta não é igual ao homem que foi primeiro-ministro e edil de Lisboa”. “É um homem com maior experiência, com um guarda-roupa quase totalmente renovado e com mais talento para camuflar uma avidez doentia por qualquer poleiro que lhe permita exposição mediática e doses generosas de poder.” Quanto aos projectos para a cidade, Santana quer alcatifar a Avenida da Liberdade, transformando-a num enorme corredor de acesso aos muitos turistas que desejarão maravilhar-se com o Túnel do Marquês. Além disso, o homem que pôs a Figueira da Foz no mapa das competições de futebol de praia, quer ainda substituir o Dia Europeu Sem Carros por um Dia Europeu Sem Soutiens.
Bem revindos. Falo também por mim e para mim.
Resolvi deixar de ouvir os noticiários, pelo menos a parte política. Estou farto de estar em casa a olhar para a TV e a soltar palavrões e insultos à classe política. Não que eles não me mereçam...só que não me ouvem...e estar constantemente a exaltar o meu estado de espírito...não...BASTA! Gosto de ouvir a constante rebaixa da Euribor, gosto sim senhor. Gosto de ver o Nós por Cá embora não goste da apresentadora...gosto sim senhor. Agora o resto...é para esquecer.
Tomei então a decisão de dedicar os meus tempos livres (depois das obrigações familiares, lógicamente) de me pôr até às tantas a ver séries e filmes. Tenho passado as últimas semanas assim. É uma forma de me abstrair da podridão do país em que vivo e ver os excelente entretenimentos que temos à nossa volta, que nos acalentam e nos distraiem.
Um conselho a todos vocês: Vejam o tão aclamado e premiado "Slumdog Millionaire" porque é de facto...um GRANDE filme!
Qto ao resto...desculpem-me o termo...bardamerda para esses gajos que só brincam connosco.
Estou completamente de acordo contigo, amigo Zeus. Como em tudo na vida, não nos podemos esconder atrás de desculpas e justificações destes demagogos. Há nisto tudo uma reflexão importante. “A vida é feita de decisões, no qual em 70% das vezes são erradas, por isso temos de aproveitar bem as correctas”. Por isso vou seguir a tua sugestão!
Está bem... façamos de conta
Façamos de conta que nada aconteceu no Freeport. Que não houve
invulgaridades no processo de licenciamento e que despachos ministeriais a
três dias do fim de um governo são coisa normal. Que não houve tios e primos
a falar para sobrinhas e sobrinhos e a referir montantes de milhões (contos,
libras, euros?). Façamos de conta que a Universidade que licenciou José
Sócrates não está fechada no meio de um caso de polícia com arguidos e tudo.
Façamos de conta que José Sócrates sabe mesmo falar Inglês. Façamos de conta
que é de aceitar a tese do professor Freitas do Amaral de que, pelo que
sabe, no Freeport está tudo bem e é em termos quid juris irrepreensível.
Façamos de conta que aceitamos o mestrado em Gestão com que na mesma
entrevista Freitas do Amaral distinguiu o primeiro-ministro e façamos de
conta que não é absurdo colocá-lo numa das "melhores posições no Mundo" para
enfrentar a crise devido aos prodígios académicos que Freitas do Amaral lhe
reconheceu. Façamos de conta que, como o afirma o professor Correia de
Campos, tudo isto não passa de uma invenção dos média.
Façamos de conta que o "Magalhães" é a sério e que nunca houve
alunos/figurantes contratados para encenar acções de propaganda do Governo
sobre a educação. Façamos de conta que a OCDE se pronunciou sobre a educação
em Portugal considerando-a do melhor que há no Mundo. Façamos de conta que
Jorge Coelho nunca disse que "quem se mete com o PS leva". Façamos de conta
que Augusto Santos Silva nunca disse que do que gostava mesmo era de "malhar
na Direita" (acho que Klaus Barbie disse o mesmo da Esquerda). Façamos de
conta que o director do Sol não declarou que teve pressões e ameaças de
represálias económicas se publicasse reportagens sobre o Freeport.
Façamos de conta que o ministro da Presidência Pedro Silva Pereira não telefonou a tentar saber por "onde é que eu ia começar" a entrevista que lhe
foifeita sobre o Freeport e não voltou a telefonar pouco antes da entrevista a
dizer que queria ser tratado por ministro e sem confianças de natureza
pessoal. Façamos de conta que Edmundo Pedro não está preocupado com a "falta
de liberdade". E Manuel Alegre também. Façamos de conta que não é
infinitamente ridículo e perverso comparar o Caso Freeport ao Caso Dreyfus.
Façamos de conta que não aconteceu nada com o professor Charrua e que não
houve indagações da Polícia antes de manifestações legais de professores.
Façamos de conta que é normal a sequência de entrevistas do Ministério
Público e são normais e de boa prática democrática as declarações do
procurador-geral da República. Façamos de conta que não há SIS. Façamos de
conta que o presidente da República não chamou o PGR sobre o Freeport e
quando disse que isto era assunto de Estado não queria dizer nada disso.
Façamos de conta que esta democracia está a funcionar e votemos. Votemos, já
que temos a valsa começada, e o nada há-de acabar-se como todas as coisas.
Votemos Chaves, Mugabe, Castro, Eduardo dos Santos, Kabila ou o que quer que
seja.
Votemos por unanimidade porque de facto não interessa. A continuar assim, é só a fazer de conta que votamos.
só a fazer de conta que votamos.
Aproveitem para namorar
bjs
OLha,alguém que lê a coluna de opinião do Mário Crespo no JN. Gosto deste blog, já adicionei aos favoritos. Tomásio é um nome tipicamente da Praia e caganitas é uma palavra de Mira.
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