Segunda-feira, 5 de Julho de 2010
Cristiano Ronaldo, paternidade ou marketing?
Não é que isso importe, claro que ele tem todo o direito à paternidade, contudo, e a partir do momento que resolve inundar o mundo com esta notícia (que ninguém pediu), deveria igualmente enquadrá-la, explicar-se, e justificar-se.
Não o fazendo está a correr o risco de ver a sua atitude colada a mais uma campanha de marketing, à semelhança da pseudo-lesão que o afastou dos últimos jogos da fase de apuramento, neste caso com propósitos regenadores para a sua imagem, para a imagem do real madrid, e para as camisolas de 70€ que iam deixar de vender (Ronaldo jogou mal), mas que vão vender outra vez (em potencial).
Sendo assim, é caso para dizer: ao que chegou o futebol!!
Parabéns, no entanto, ao próprio, à família, ao Real, e a todos os adeptos portugueses, que assim esquecem rapidamente a falta de brilho e desportivismo - a que se junta também a falta de educação-,que caracterizou a participação do 7 de Portugal neste Mundial.
Terça-feira, 18 de Maio de 2010
Ele há com cada uma!
Bruna Real..., professora de música numa EB, posou nua para a playboy e foi afastada da escola. Está certo?
Eu quero acreditar que sim, mais do que certo. E por várias razões, a começar pela própria profissão da senhora, ou menina. Sem falsos moralismos, e sem por em questão a liberdade de quem quer que seja, convenhamos: que moral tem esta alma para incutir valores nas crianças com quem lida (ou lidava)? Por muito profissional que seja, algo que não cabe questionar sequer, o princípio e a ética associada a um Professor, bem como a tudo quanto nele se faz representar, não se coadunam minimamente com este tipo de liberdades.
Para além de que, se toda a gente se vendesse desta maneira, então gestos como este deixariam de causar tanto frenesim, e claro, o mundo deixaria de ser um lugar civilizado e com regra para passar aos tempos pré-históricos da selvajaria.
Portanto, nada contra a liberdade da menina, mas para ter esta liberdade deve então prescindir de outras, seja por livre vontade, seja por imposição, que parece o cenário mais provável.
Mal está isto e mal está quem permite o acesso a tais revistas/conteúdos aos menores, que por si só é mau, agravado pelo facto de que grande parte das crianças/jovens de hoje crescem cada vez mais desacompanhados pelos pais.
Mas vamos assistindo a manifestações de apoio, há um grupo no Facebook com mais de 50 mil apoiantes, como se isto fosse a coisa mais natural e simultaneamente mais evoluída do mundo - seria, talvez, se a actividade profissional da menina não envolvesse crianças -, a esses e a outros, que acerca de moralidade se julgam donos de uma mente tão aberta quanto apregoam, deixo duas questões para reflexão: gostariam que os vossos filhos/as crescessem, aprendendo com um tutor assim? E a julgar pela onda de apoiantes, que é de facto enorme, porque não incentivam os vossos filhos a fazer o mesmo que esta menina, como forma de ganhar protagonismo?
João
Terça-feira, 20 de Abril de 2010
Como um vulcão condiciona a vida na savana...
Agora que a poeira está a assentar, eis que no reino do leão surge uma nova cara. Provavelmente estavam com medo que a poeira durasse meses, então vai daí...
João
Terça-feira, 13 de Abril de 2010
É preciso entender a Aritmética
O PGR considerou que em seis dessas escutas «não existiam indícios probatórios que levassem à instauração de procedimento criminal», tendo também o Supremo Tribunal de Justiça (STJ) decretado a sua nulidade e ordenado a sua destruição.
Nas restantes cinco, o PGR disse que também «não existem elementos probatórios que justifiquem a instauração de procedimento criminal» contra José Sócrates, pelo que ordenou o arquivamento dos documentos, tendo igualmente o STJ decretado a sua nulidade e ordenado a sua destruição." (No Público, Sol, ... de ontem).
Ou seja, muito do normal trânsito no âmago deste caso passa pela interpretação matemática de uma "coisa" que grande parte das chefias públicas do país tem vindo a aperfeiçoar: a Burocracia de somar 6+5!
João José Tomásio
Sexta-feira, 26 de Março de 2010
“PEC” – de… Políticos Em Crise!
Abstenção não é uma posição,- nem entendo como é permitido àquelas pessoas, que ali nos representam, escolher “não votar”-, abstenção é um acto de recusa ao poder de decidir. Ora, se não querem exercer esse poder, então não podiam, esses deputados, escolher sítio mais impróprio para o fazer…
A vergonha foi ao ponto de, note-se, os próprios responsáveis do PS “enaltecerem” a atitude de MFL e do PSD. Digo-o entre aspas obviamente, pois esses comentários estão, como é hábito, pejados de aproveitamento político e sarcasmo, como que a querer colocar um selo no PSD.
E a verdade é esta, para mim: o PSD está a fazer por merecer esse “selo”.
João José Tomásio
Sábado, 6 de Fevereiro de 2010
Sabedoria popular
Sendo eu um rapaz das Ciências (matemáticas, e computacionais) dei por mim, há tempos, fascinado e simultaneamente estupefacto, por uma área muito particular ligada às Letras, a Cultura Popular. Mais especificamente, ainda, pelos seus provérbios, ditos, aforismos e adágios. A curiosidade foi tanta, e de tal forma arrebatadora que, desde então, não mais parei de pesquisar e tentar saber mais, chegando à preocupante conclusão de achar que estou viciado neste tipo de leitura, ao ponto de moldar alguns dos meus serões, dedicados à leitura, pesquisa e interpretçaão. Já pensei, inclusivamente, em iniciar uma colecção de entradas, interpretá-las e compará-las, mas logo a seguir pus de lado essa ideia porque, apesar de cativante, e de existir matéria em boa quantidade, seria uma colecção que num certo espaço de tempo se esgotaria, precisamente por falta de matéria. Não que não valesse a pena, nem é uma desculpa tão-pouco, mas a tal não me poderia permitir pois o fascínio e a curiosidade dariam lugar outros estados. É bom que, para se fazer uma colecção de algo, exista matéria não necessariamente infindável mas pelo menos em quantidades colossais de forma a que a colecção não fique completa(!!!), que faltem sempre peças, que andemos constantemente à procura da próxima peça. Isso é a verdadeira arte de coleccionar. E era isso que eu faria se alguma vez resolvesse enveredar pelo hobby de coleccionador! Como isso está posto de parte em qualquer dos meus horizontes, avancemos…
Feita esta introdução, aqui vai a referência a um dos que me dariam mais "que fazer":
«Quanto mais prima, mais se lhe arrima»
A minha interpteração está ali mais em baixo, mas se quiser saber mais do que "vai por aí" sobre o dito, então a tarefa, árdua, começa na pesquisa, 7450 resultados googlados a nível global, que no entanto se reduzem a uns “míseros” 2290 se googlarmos só para Portugal (fazendo aumentar em proporção o meu alento). O pior… é que, em qualquer das bases de pesquisa, em grande parte dos links estudados se refere, o ditado, à aplicação brejeira e/ou de carácter incestuoso do dito. Tarefa árdua portanto, repito, e muitas vezes infrutífera a pesquisa.
Ainda assim, e como “primeiras águas”, estou a começar a chegar à conclusão de que a alusão deste ditado vai muito além do que inicialmente se parece sugerir como primas mesmo primas (as primas de sangue); algo mais se pronuncia, creio.
Por: João José Tomásio
Sexta-feira, 15 de Janeiro de 2010
O silêncio dos Tambores
Silêncio e meditação, em solidariedade com o povo Haitiano
Por: João José Tomásio
Terça-feira, 1 de Dezembro de 2009
"Retiro" Ibero-Americano
Das três uma... ou três: ou este "vá para fora cá dentro" serve para aqueles países virem "cá" buscar umas paletes de componentes para os Magalhães avariados... ou andam todos a brincar aos políticos em tempos de crise, com gastos estapafúrdios, inconsequentes e contra (todas?) as regras da macroeconomia... ou os governos Ibéricos são sócios de alguma espécie de agência de viagens e conseguiram (enganar) todos estes clientes VIP.
A prova peremptória (estou-me a borrifar para o AO) que ninguém nesta "escapadinha" fez o que sabe (o que por si só é uma redundância deveras discutível, classicamente associada a esta estirpe de turistas), é um facto simples: alguém viu a Shaquira a cantar?! Pois é...! Isto meus amigos é a mesma coisa que convidarem o Dalai Lama para um concerto de Rage Against Machine (sem desprimor por qualquer deles).
Estou para aqui a pensar que a próxima edição deste "turismo em portugal" pode vir a ser ainda mais prejudicial à (nossa) saúde pública, qual exército de rulotes e autocaravanas a descarregarem o urinol em solo Luso, basta apenas um pequeno "descuido" (perfeitamente ao alcance destes protagonistas) na sequência do sistema de numeração romana do próximo evento... et Voilà!! Está a Cimeira caracterizada!
João José Tomásio ;)
Sexta-feira, 20 de Novembro de 2009
«Estou quase bem» diz o Cristiano Ronaldo…
Muito poucos adeptos de futebol terão notado que... o agravamento da “lesão” e consequente substituição do Ronaldo no Portugal X Hungria foi… obra planeada... pelo Real Madrid. Aproveitou-se o facto de ter sofrido um ligeiro toque no Real vs Marselha... e ainda o facto de andar por aí um bruxo todo mediático a ameaçar... para retirar o Ronaldo de cena por uns tempos... até o apuramento (ou não apuramento) de Portugal ficar resolvido... se o playoff corresse mal a Portugal, que isso não interferisse na marca CR9 (ridícula, por sinal) e em tudo o que isso significa para as pretensões do Real (merchandising)... a FPF É, DE FACTO, uma instituição subserviente, não só do Real (neste caso) mas dos próprios dirigentes que nela gravitam. Por isso não é de estranhar o regresso rápido do Cêérrenove já no próximo jogo do Real... o PERIGO do não apuramento para o Mundial foi um risco que o Real não quis ver DEBITADO na conta bancária sustentada pela marca e imagem do jogador...Pensem nisto...! O futebol fica assim desvirtuado e transformado num negócio com sucesso porque é dirigido a mentecaptos, que sabem ler cada jogada mas não vêem para além do que a vista lhes dá a ver...
Ao contrário, muitos são os adeptos que “agradecem” a ausência temporária do Ronaldo, pois foi na maioria desses jogos que a selecção jogou melhor em tudo, exibição e resultados, e sem ele garantiu o apuramento.
No entanto, e se é o próprio a garantir que está quase bem, podemos agora voltar a comprar camisolas do Real porque o “estatuto” mantém-se intacto e o risco de vexame já passou…
João José Tomásio ;)
Quinta-feira, 18 de Junho de 2009
Secretaria-2 VS Futebol-0 (ao intervalo)
O jogo começou quando o campeonato acabou, e muito cedo a equipa da Secretaria se adiantou no marcador quando o Luís Filipe Vieira atira a contar, numa jogada polémica que começa com a necessidade de eleições antecipadas no Benfica e, pouco depois, remata, pondo a caneta no papel juntamente com o Sr. Jorge Jesus autenticando assim o 1º golo. Há quem diga que o Luís Filipe VIeira está em fora de jogo no momento da assinatura, pois se o clube vai para eleições é de considerar como uma falta de respeito por eventuais listas concorrentes, mas sobretudo com os sócios, estar a marcar um golo destes.
O Futebol ressente-se um bocado, mas o jogo prossegue.
A poucos minutos do intervalo, nova jogada da Secretaria que resulta no 2-0, quando um auto-golo de Cissokho aumenta a desvantagem da equipa. Toda a gente no estádio percebeu a falha, pois o defesa não teve suficiente destreza dental que lhe permitisse morder o adversário com a calibração certa, mas apenas lhe deu uma leve mordiscada, coisa pouca em alta-competição.
Enfim, coisas do futebol.
Aguardemos pela 2ª parte deste desafio, que ano após ano se tem vindo a tornar num autêntico clássico, cheio de emoção, casos, e até novos protagonistas, se bem que a táctica seja quase sempre a mesma.
João José Tomásio ;)
Quarta-feira, 13 de Maio de 2009
Maddie...
Ontem alguns canais relembraram os factos e, porque na TVI falava o Gonçalo Amaral (em condições normais TVI n "entra" em minha casa)por alí deixei-me estar a ver. Comprei o seu recente livro (verdade da mentira) o qual já o li.
Isto tudo para apenas realçar a minha estupefacção ao relembrar uma vez mais os factos.
Acima de tudo, a verdadeira essência deste caso foi esquecida...a menina. Não se consegue perceber como provas tão evidentes podem ser arquivadas, como cães pisteiros (que em outros 200 casos não falharam um único) detectam odor a cadáver em dois pontos do quarto e no carro dos McCann e nada acontece, não se consegue perceber como os Smith têm a certeza de ver o pai a carregar a filha ao colo e não são chamados a depor, testes de ADN em que em 19 parâmetros...17 coincidiam com os de Maddie. Isto tudo a mim, particularmente, irrita-me...pois também tenho um filho. Aqui se vê a força da política, em coluio com uma forte relação seja lá de que foro for entre aqueles pais e o Governo britanico. Gordon Brown contactava-os por diversas vezes durante aquelas semanas em que nós tão apaixonadamente seguíamos o caso na esperança tão só e única de Maddie aparecer, fosse de que forma fosse. Só tinha era que aparecer, pois ninguém desaparece assim do nada sem deixar rasto. O rasto existe...e bem grande, não se lhe dá é o devido seguimento.
Gonçalo Amaral propõe continuar as suas buscas particularmente com a ajuda de detectives britânicos já reformados. Dedico-lhe em meu nome pessoal este "post". Foi abruptamente afastado do caso quando já o tinha practicamente resolvido. É uma questão de honra para ele, para o bom nome do nosso mísero país e para milhões de portugueses que acima de tudo...merecem uma resposta. Estarei eu aqui com uma espécie de teoria da conspiração? Não sei...apenas baseio-me em factos concretos, que não foram verificados.
Quanto àqueles pais...esses já têm o que merecem, a dor da negligência por deixarem 3 crianças sozinhas para irem comer e beber umas boas garrafas de vinho a 100m de distância. Caso se confirme a teoria de Amaral sobre a morte acidental no quarto, então que Deus proteja (ou não) esse casal, pois este planeta vai ser um espaço muito pequeno para eles daí para a frente.
Por: C. Carvalho
Terça-feira, 5 de Maio de 2009
Mãe
Apesar do atraso na data, este post justifica-se pois o seu conteúdo é intemporal.
Trata dois dos valores fundamentais da vida, que resumem em si muitos mais, talvez a essência da própria Vida, reflectida na Família e na Liberdade.
Muitos há que defendem que a vida é feita de provações - especialmente os teólogos, ou relacionados -, eu tenho para mim que não tem que ser linearmente assim. Mesmo apesar de concordar, sem reservas, que o ser humano é constantemente posto à prova, em muitos casos com acontecimentos de uma dureza inimaginável para quem não os vive ou sente, tenho a certeza que a nossa natureza nos permite ser muito mais do que meros organismos deambulantes. Os exemplos são incontáveis, os daquelas pessoas para quem muitas vezes a vida é ingrata, e ainda assim conseguem encontrar motivos, viver esses motivos, e ganhar alento para serem... livres; e felizes, na medida do possível e da definição de «Feliz» que cada um de nós vai construindo.
Viva-se a Vida com base nos seus reais valores e certamente que essa Vida será mais colorida, não obstante a subjectividade que o assunto encerra, tão-pouco esta palavra fácil que não reflecte vivências condicionadas pelo seu lado mais atroz.
Um abraço, é o que tenho para vós, e... viva a Liberdade!
Um abraço muito especial às Mães.
João José Tomásio ;)
Domingo, 22 de Março de 2009
Apitos e mais qualquer coisinha...
Cumprimentos a todos após um período de ausência que espero não se tornar a repetir.
Venho hoje falar sobre a verdade desportiva, revoltado com o que ontem vi na final da Carlsberg Cup.
Não sendo eu de adepto e muito menos simpatizante de qualquer umas das equipas participantes, consegui ontem sentir a revolta e ser solidário com os Leões.
Com o campeonato da maneira que está e com a ausência das provas europeis, a Carlsberg Cup apesar de ser insignificante na minha óptica poderia ser considerada como o "salvar" do ano para ambas as equipas a nível de resultados positivos.
O que vimos ontem foi o cúmulo da incoerência, da falta de organização e do excesso de falta de profissionalismo do trio de arbitragem sobretudo do Sr. Lucílio Baptista.
Alguém que me explique tão somente isto: Como é possível 3 senhores munidos de microfones e auscultadores e um (o principal) estar de costas para o lance e marcar uma grande penalidade sem hesitar e na dúvida vai consultar o seu auxiliar, que está no enfiamento do lance, com plena visão dos jogadores intervenientes e que diz mais que uma vez que não há falta?????????? Acho que não há explicação possível e até acho graça quando se fala em criar um 5º árbitro para os jogos.
Em prol da verdade desportiva, penso que não ficaria nada mal ao treinador da Luz admitir no fim do jogo que o golo do empate teria sido com uma falta mal assinalada. Em tempos (e não muito passados), o Sr. Jesualdo Ferreira veio a público dizer que o Porto tinha marcado um golo em situação de fora de jogo.
Penso que devia haver uma completa renovação dos árbitros em Portugal...acabarem com esta geração que está completamente viciada e desacreditada. É tempo de também os clubes e treinadores lutarem pela verdade no futebol, mesmo que para isso seja preciso admitir nas televisões e jornais que ganharam por erro do árbitro.
Sim, eu sou portista e o meu discurso parece tendenciso...mas a verdade é que fala-se muito do Pinto da Costa e do Apito Dourado, fala-se muito do Porto a comprar árbitros mas ultimamente tem-se visto bastantes coisas, não menos gravosas que aquelas de que acusam os azuis e brancos mas dessas...ninguém fala. As coisas vão acontecendo e esquecem-se de uma semana para a outra sem se apurarem responsabilidades ou sem entrarem processos em Tribunal. A verdade é só uma e o Paulo Bento disse-a ontem para toda a gente ouvir: "Isto está PODRE".
E cá para mim...andam aí apitos e mais qualquer cosinha....
Agora vamos esperar para ver se vem ao de cima...como o azeite!
Bom Domingo a todos...
Por: Carlo Carvalho
Terça-feira, 10 de Março de 2009
Para onde caminhas, Internet?
Com as generalizações associadas à ambiguidade própria da pergunta, talvez seja interessante auscultarmo-nos uns aos outros.
É sábio o povo, é-o cada vez mais, com os seus ditos imortais e incólumes que se agigantam perante o aumento exponencial dos níveis de complexidade agregados à generalidade das áreas da vida.
Seremos nós também, filhos do povo, sábios, se conseguirmos vislumbrar para além desta cortina de luz e cor que se apresenta diante dos nossos olhos e discernir sobre oportunidades, mais-valias, progressos e prosperidades que favoreçam a Vida, mas também sobre riscos, ameaças, crimes e imoralidades, que nos levem à morte.
Internet... Um mundo paralelo invisível, real, não virtual porquanto não se apresenta apenas com um potencial, mas como uma certeza, e com um poder tremendo, o de influir na própria Realidade de que depende, como um ciclo.
Cada pessoa terá a sua própria visão do futuro, a sua própria expectativa, o seu próprio filme de ficção pessoal, a sua sentença, enfim, em termos novamente recursivos.
Uma criação feliz esta Internet, uma evolução assiduamente manipulada, um mar de possibilidades... o que mais nos trará?
João José Tomásio ;)
Domingo, 8 de Fevereiro de 2009
Isto não é um post, é um Outlet de letras.
Um bocado farto com tanta publicidade do Freepór, de alegados envolvimentos e desenvolvimentos de inconvenientes documentos e relatórios e pareceres abonatórios de uns que sabem vender e ‘desabonatórios’ de outros que não sabem falar, de filhos dos tios, e irmãs dos tios, e dos próprios tios, e dos peixes nos rios, e das gaivotas sustentas no ar … que ninguém parece notar!
Técnicos ambientalistas que são despedidos, sabe-se lá porquê, processos judiciais que são transitados, de local em local, de mão em mão, de gaveta em gaveta, ao longo de meses, anos!, e, quando finalmente são expostos, pede-se… celeridade?!?! Celeridade peço eu, e a minha família, e as pessoas com quem normalmente contacto, sejam particulares sejam representantes, para que quanto mais depressa os governantes fizeram a merda toda que têm para fazer, mais depressa iniciaremos o caminho de regresso à superfície.
Um caso de corrupção, com alegados: favorecimentos, tráfico de influências, «luvas» pagas, emails comprometedores, estudos e alterações em Zonas de protecção Especial aprovados em tempo record – esta é outra, enquanto o E.I.Ambiental não foi favorável não se descansou!!, como se os dois anteriores, desfavoráveis, não tivessem existido; acaso a biodiversidade do local mudou, natural e radicalmente em poucas semanas?! -, histórias de declarações IRS’s cómicas a roçar o insultuoso, compras de imóveis a sociedades sediadas em Offshores por quantias ainda mais insultuosas, procuradores adjuntos descredibilizados por dúbias ligações com os não-suspeitos… tudo isto é demais!
É demais porque, misturando esta porcaria toda temos, simplesmente, NADA! Apenas porque, não há suspeitos, apenas suspeições. Suspeito haveria já um se fosse eu o tal «Pinocchio»…
Eu sou uma entidade privada, tal como o BPP o é, e não é por isso que vou exigir ao Estado que venha agora avalizar injecções financeiras ou, pior, injectar fundos próprios, para manter ou aumentar os meus níveis de liquidez. O BPP, se tiver que cair, que caia, aquilo não é um banco dito de retalho, como o caso do BPN, mas sim um banco gestor de fortunas privadas. O Estado que se concentre no seu papel primário, que é o de defender e zelar pelos interesses das populações e instituições de interesse público, e deixe de armar aos jogos de advogados de accionistas e clientes de organizações potencialmente coniventes com todo o tipo de estratagemas cuja acção, senão primeira uma das principais, é a de fugir às responsabilidades fiscais que tem com esse mesmo Estado.
Que diligencie, sim, de forma a investigar quais as reais causas e implicações dos escândalos BPN e BPP (Offshores?!), como forma de combate à fraude fiscal, branqueamento de capitais e outros crimes financeiros em voga.
Que se concentre, através das polícias, Asae’s, ACT’s, Procuradoria, etc, no acompanhamento, monitorização e mesmo investigação das circunstâncias que levam tantas e tantas empresas a usar a crise como alavanca para despedimentos injustificáveis, pessoais ou em massa, ou ainda para decretar insolvência financeira, mas que se tenha a ombridade de conferir a essas autoridades a autonomia, necessária e fulcral, para que a Justiça funcione. Sabemos que muitas dessas empresas têm obrigações para com o Estado Português, e muitas delas estão a utilizar o actual cenário económico para fazer aquilo que já há algum tempo querem fazer – dar de frosques para economias com mão-de-obra mais barata, e onde podem negociar a implantação com os governos locais, tirando partido disso -, simplesmente as tais obrigações as têm impedido disso mesmo. Concentrem-se aí, investiguem, certamente nem todos os casos serão tão transparentes como parece, já que é sabido, os dinheiros acumulados nas empresas e bancos em offshores precisam de meios de branqueamento.
É assim que estou um bocado, mas só um bocadito, farto desta séria palhaçada.
Pudera, como é que não haveria de ficar farto?
A lei anti-corrupção… uma miragem, inconcebível que em quase 35 anos de Democracia não tenha havido uma única força política no poder que se dignasse a criar legislação justa e transparente nesta área, na realidade, nem sequer foi discutida, em tempo algum da nossa existência enquanto país. Isto chegou ao ponto de uma personagem com assento parlamentar na actual Legislatura vir dizer, na comunicação social, que este assunto é incómodo para o seu partido, isto é, não bastava não existir, mas uma simples referência ao assunto e este torna-se motivo de assombro. Pois claro, lei anti-corrupção?, não pode ser! Meus amigos, «quem tem cú tem medo»!
Bom, o ditado é popular, e sábio, como tantos outros, no entanto não é ditado que me meta medo.
Medo tenho, sim, de não saber o que nos reserva o futuro, perante tantas situações de descarado atropelo, e o medo é fundado precisamente por não saber desse futuro, pois sabendo-o, saberia também, e imediatamente, o que estariamos a enfrentar. Este, sim, é um «inimigo oculto», não uma força, e não se encontra sequer dissimulado, é real, mesmo.
Temo, por isso, pelo futuro dos meus filhos, e dos filhos dos outros de uma forma geral, pois não tenho dúvidas de que serão eles as principais vítimas desta falsa democracia, e a ninguém se exigirá a liquidação desta «factura» senão a eles.
É pena, pois é deles o futuro, seria bom que vivessem as suas aptidões e ambições num mundo sustentado, coeso, íntegro, digno, e sobretudo justo. Tenho dúvidas, e receio que isso se revele difícil para eles, no entanto tenho esperança que o consigam.
Farto disto tudo, o que eu quero saber é: para quando o novo filme do Faísca Mcqueen?
João José Tomásio ;)
Sexta-feira, 23 de Janeiro de 2009
Darwin...
Começam hoje as comemorações dos 200 anos do nascimento de Charles Darwin. Tendo em conta «A Origem das Espécies» acha mais provável que seja descendente de:
1 - Um Macaco
2 - Adão e Eva
Por: Carlo Carvalho (In SAPO.PT)
Quinta-feira, 15 de Janeiro de 2009
Prepotência e arrogância q.b.
Partidarismos à parte, falo-vos do ser humano. Falo-vos da boa índole, da boa educação, do sentido de oportunismo e até mesmo e porque não... do sentido de Estado. Falo-vos do respeito pela mulher (não menosprezando de modo algum a classe) falo-vos do respeito colectivo de uma pessoa perante um país. Volto a relembrar...partidarismos à parte.
Falo-vos de...JOSÉ SÓCRATES, do alto do seu pedestal...da sua arrogância, da sua falta de capacidade de aceitar críticas, daquele que por vezes se esquece de onde está e para que efeito lá está.
E é isto o nosso 1º Ministro:
http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?headline=98&visual=25&article=382511&rss=0
Por: Carlo Carvalho
Domingo, 21 de Dezembro de 2008
Um dia seguro, todos os dias
Já lhe chamaram «uma espécie de guerra civil», o que não é desapropriado face ao número de pessoas que anualmente perdem a vida nas estradas ou em resultado delas.
Já foi pior, é um facto, ainda assim são deveras preocupantes os números. Só as inspecções periódicas e o melhor nível de qualidade das estradas, no geral, permitiram que a situação não se agravasse mais, juntamente com a própria evolução dos veículos que cada vez mais são pensados de forma a prevenir e mesmo minimizar situações de risco.
Há, no entanto, este factor do civismo, que teima em crescer em sentido inversamente proporcional aos restantes, muito resumidamente descritos atrás, como que a contrariar o sentido natural das coisas.
Portugal é um dos países com maior taxa de sinistralidade nas estradas; é um dos poucos povos em que imperam assumpções infundadas, como que se o acto de conduzir fosse uma ferramenta de afirmação social.
Existe esta expressão, «diz-me com quem andas, dir-te-ei quem és», que quanto a mim ficaria mais completa e até mais acertada se lhe juntássemos o factor «civismo», como «diz-me com quem andas e como conduzes, dir-te-ei quem és».
O civismo encerra por si só muito daquilo que nos caracteriza, e pessoalmente não estou preocupado com a caracterização dos concidadãos condutores, desde que essa caracterização não interfira com a segurança de outros, pois liberdade para sermos aquilo que quisermos, nós temos, mas liberdade para permitir que se utilize essa liberdade para negligenciar o nosso comportamento e por em risco a liberdade de outros, isso nós não temos.
Façam um favor a vós próprios e principalmente a todos: conduzam com calma e segurança, não só neste Natal, mas sempre.
João José M. Tomásio ;)
Terça-feira, 2 de Dezembro de 2008
Curto e Grosso...
Sem querer correr o risco de dar a minha própria opinião na elaboração do novo post, nada melhor do que fazer logo a pergunta que com certeza dará pano para mangas:
O que representa para ti o Natal?
Vale tudo!
Por: C. Carvalho
Terça-feira, 25 de Novembro de 2008
Casa Pia...take 724.
Após quatro anos de julgamento, finalmente o Ministério Público começa as alegações finais do processo Casa Pia.
Só neste País é que se assiste a um processo deste tipo com tanto tempo para uma decisão final. Se os acusados de pedofilia fossem simples cidadãos, certamente que o caso já estaria resolvido e os responsáveis a pagarem pelos actos cometidos. (digo eu)
A pedofilia é um atentado contra a humanidade, que deve ser punida exemplarmente, isto para alertar todos os pedófilos das consequências dos seus crimes.
A magistratura portuguesa deveria de ser célere, transparente, justa e rigorosa e pedagoga. Não o sendo sofrerá, como está a sofrer, duma retaliação moral, como se constata por esse país fora, face ao conceito que a maior parte dos portugueses já tem dos juízes, que por vezes parece que se preocupam mais com os seus benefícios, regalias e vencimentos, que já são dos maiores do país.
Como pôr cobro a este estado de coisas, para legar aos nossos filhos e netos uma Sociedade onde possam viver, sem sofrerem este tipo de violações?
Só com homens e mulheres responsáveis, com vergonha e com um forte sentido de cidadania.
Relativamente a este longo processo, não sou jurista, nem sequer conheço os conteúdos dos processos, digo apenas que não há fumo sem fogo.
O facto de alguns destes rapazes não se negarem a prestar favores sexuais em troca de dinheiro, não iliba de modo nenhum, nem diminui a culpa destes senhores, que na sua maioria são figuras públicas cheios de dinheiro mas vazios de carácter, com muito descaramento e pouca vergonha que abusaram da ingenuidade e necessidade de jovens com a idade dos filhos deles.
Só espero que a justiça seja feita. Tenho de acreditar que não há uma justiça para pobres e outra para ricos e influentes.
Ainda acredito na Justiça. Por favor não me desiludam!
Por: C. Monteiro
Quarta-feira, 12 de Novembro de 2008
Pobreza...controlada.
"No ano passado o Banco Alimentar distribuiu 8500 toneladas de frutas e legumes que não têm a forma e tamanho exigidos por Bruxelas, mas este ano nem sequer um quilo ofereceu às populações carenciadas.
Para ter acesso a esses produtos os Ministérios da Agricultura de cada um dos Estados membros devem comunicar o pedido à Comissão Europeia.
A presidente da rede dos Bancos Alimentares Contra a Fome, Isabel Jonet, adianta à TSF que a distribuição destes produtos tem vantagens.
Por um lado, beneficia os mais pobres que podem ter acesso de forma gratuita a um produto que, em geral, está ausente das suas mesas.
«Durante o ano de 2008 não foi possível retirar nenhuma fruta», lamenta.
Os agricultores também ficam a ganhar, «uma vez que com o dinheiro de Bruxelas são pagos por cada quilo a um preço superior àquele que estão a vender para o mercado espanhol para refrigerantes».
A responsável já pediu com carácter de urgência para o Ministério da Agricultura resolver esta situação, mas até ao momento ainda não recebeu qualquer resposta. "
Acho incompreensível como até o acto de doar é politicamente controlado, visando interesses de alguns para embolsarem mais uns euros à conta da fome de outros. E como falamos de frutas, nunca é tarde relembrar que de facto vivemos numa espécie de República das BANANAS!
Por: C. Carvalho
Quarta-feira, 5 de Novembro de 2008
Quentes e boas...
O resultado: explosivo!, arrebatador!
Esquizofrenia ou paixão, realidade ou ficçao, não o sabem espectadores nem interlocutores, que num descuido se deixam envolver em tal personagem, Catherine, mordaz sedutora.
Num relance todo o mundo é colocado por detrás da câmera, vestindo a pele do seu interlocutor principal, desvairado, ainda assim, lúcido.
Entre dilemas e desenganos eis que acontece o interrogatório mais erótico de toda a trama. Com uma simples movimento, maroto, multiplica-se a fantasia, enganam-se os sentidos...
Poderia esta história ser a epígrafe de um argumento ficcional, não o é no entanto - pois já existe um e já foi até interpretado. Poderia, outrossim, ser uma singela forma de assinalar o Dia Mundial do Cinema...
... sem pipocas!
João José M. Tomásio ;)
Sexta-feira, 31 de Outubro de 2008
Incidente ou premeditação?
Muita gente se questiona sobre a real natureza destes acontecimentos, pois é dúbia a sua origem. Quem gosta de ir aos estádios, seja ocasional seja frequentemente, tem sempre uma – pelo menos – história de desacatos para contar.
Sejam claques ou simples grupos de adeptos, o que leva estas pessoas, que aparentemente gostam de desporto, neste exemplo, futebol, a pagar um ingresso para o transformarem num conflito? Será premeditado? Se não fôr, o que irá naquelas cabeças medíocres, que os leva a transformar uma rivalidade sã e desportiva, regulada pelo homem do apito, em assuntos pessoais, conflitos e pancadaria, regulados pela força do punho?
Vem isto a propósito da recente notícia do castigo imposto a um adepto benfiquista, que agrediu um árbitro assistente durante o último Benfica-Porto. O castigo terá a duração de um ano e o adepto em questão fica proíbido de frequentar estádios.
Ora, sendo ele, como eu e como tantos outros, adepto benfiquista, e da maneira que as coisas estão- leia-se, como a equipa está a jogar -, um ano sem poder ir aos estádios não é só castigo, é um favor que lhe fizeram...
João José M. Tomásio ;)
Terça-feira, 28 de Outubro de 2008
TV vs Fantochada...
Bom dia...
Mas afinal, para que serve a nossa TV de casa?
RTP1: Serve para ver Programas de dança e os concertos do Tony Carreira (Quase 24h por dia, quase nos 7 dias da semana). Escapam os jogos da 1ª liga embora apenas 1 por semana
RTP2: A verdadeira alternativa. Escapa em todos os aspectos.
SIC: Serve para ver as Fofocas dos chamados "VIPS" (alguns não sei bem porquê) de manhã e de tarde. Escapa o telejornal às 20h, mas depois continua a desgraça.
TVI: Serve para quem gosta do horror, da tragédia, para a parolândia em geral. Escapa o telejornal à sexta feira apresentado pela Manuela Moura Guedes. Sempre dá para nos fazer rir e questionar como é possível aquela mulher estar à frente das câmeras. Para além da má imagem da senhora, a sua isenção jornalística deixa muitíssimo a desejar.
Fala-se de um 5º canal que aparecerá num futuro próximo. A pergunta que deixamos no ar é...que tipo de programas faltam nas grelhas dos nossos canais nacionais?
Apesar de cara, a TV por Cabo e Satélite vão ganhando cada vez mais adeptos, fartos de alternativas medíocres e programações repetidas. Em boa verdade podemos afirmar que muitos dos canais são uma treta, mas sempre é melhor fazer zapping em 85 canais do que somente em 4 ! Dos 85, algum há-de despertar a nossa atenção...pela positiva.
Terça-feira, 21 de Outubro de 2008
O Estado da Nação...
...
Assisti na televisão ao debate do orçamento de estado para 2009 na Assembleia da República e como não podia deixar de ser, gostei, como sempre. Foi bom para mim porque me diverti. Não sei se foi bom para a Nação o que eu ouvi. Penso no entanto, que a Assembleia também gostou, porque se bateram muitas palmas, não sei se uns aos outros ou uns por causa de outros, mas tudo acabou em bem e quando assim acontece, não se pode exigir mais.
O meu camarada Engenheiro, que Deus me perdoe, que já me cumprimentou e eu a ele, foi igual a si próprio. A mim, é que não foi. Disse o que tinha a dizer, da forma que nós conhecemos e tantas vezes desconhecemos e pronto, está dito. Os restantes também estiveram bem melhor que outras vezes e bem pior que algumas vezes. Coisas da política. A Assembleia estava toda muito bem vestida e despida de preconceitos, que é assim que deve ser. O debate terminou mesmo no fim e devo dizer, que percebi que a Nação não está no estado sólido, que o estado continua fora do sítio e o seu estado de conservação não é famoso. E ainda, que está num estado preocupante, que os portugueses podem entrar em estado de choque...mesmo com o choque tecnológico do Estado, que o Simplex é um estado de alma e que ao estado a que isto chegou, não há Estado que resista. Ainda bem que não percebi mais nada. Boas notícias, não são?
Desliguei a televisão e mandei-os passear.
Por: C. Monteiro
Sexta-feira, 17 de Outubro de 2008
Redefinindo o racismo
O racismo é, em definição, um conjunto de preconceitos de/para a raça humana, e manifesta-se, sobretudo, em resultado de diferentes traços físicos dentro da espécie, mas também pelas diferenças de carácter, de cultura, de formação, de... tudo.
Não estaremos a ser racistas quando abandonamos o nosso cão numa floresta a kms de distância? Ou quando pegamos nas nossas espingardas para um fim-de-semana de caça com os amigos? Ou quando pontapeamos o nosso gato por ter arranhado o sofá novo? Ou, ainda, quando assistimos e aplaudimos ao movimento técnico do cavaleiro na execução da última bandarilha com destino a um touro... cobardemente desvirtuado à lei da força? Não julgo, só, tenho a certeza: estamos!
A definição acima, inventada aqui e agora, é ela própria uma expressão discriminatória, por motivos óbvios, e apesar de não a considerar errada parece-me seriamente incompleta.
Podemos tentar redefinir «racismo».
E, talvez, «anti-racismo».
Votos de bom fim de semana, a todos aqui, extensível a todos noutros blogs de Amigos.
João José M.Tomásio ;)
Quarta-feira, 15 de Outubro de 2008
O Cavalo e o Mamarracho...
Título estranho? Parece, mas não é...e ambos os vocábulos até têm dois denominadores comuns. Se um era de pau e facilmente removível, já o outro é de betão e veio para ficar.... O 1º foi construído com o intuito de afrontar, já o 2º foi construído com o intuito de embolsar, embora também afronte. O primeiro denominador comum dos vocábulos refere-se à localização, ambos acontecem numa PRAIA. O Cavalo não afectou de modo algum o ambiente e a área paisagística, já o Mamarracho...; O Cavalo transportava meia dúzia de pessoas, já o Mamarracho, não transporta mas alberga umas centenas. O 1º é uma lenda, o 2º é uma realidade que não olhou a meios e a pessoas para transformar uma área ambiental numa zona para a classe elitista. Eu preferia a TRÓIA antiga, tanto a do Cavalo, como a da praia sem o Mamarracho.
Aviso: Por motivos de ordem técnica, mudámos o domínio do "Tudo Isto Existe" do SAPO para o Blogspot. Poderá visualizar os antigos posts em http://tudoistoexiste.blogs.sapo.pt até dia 19 de Outubro, data em que será desactivado. Obrigadinho.
